quinta-feira, 30 de junho de 2016

Eu luto pelo fim da cultura do estupro!

Culminância de uma sequência didática fantástica acerca da famigerada "cultura do estupro", tema polêmico e super atual. 
Entre as atividades desenvolvidas, realizamos debates empolgantes, pesquisas, mostras de vídeos e finalizamos com produções de artigos de opiniões magníficos e essa emocionante exposição fotográfica.
Estou orgulhosa do produto final de meus meninos!
#ProfessoraBabona

Confiram uma prévia da exposição:





















quinta-feira, 16 de junho de 2016

Quais são as competências avaliadas na redação do ENEM?

enem-logo
No Enem 2014, apenas 250 pessoas tiraram nota máxima na redação. Sabe qual a porcentagem que esse número representa do total de participantes? Apenas 0,004% (mais de 6,1 milhões de candidatos fizeram a prova). Para o Inep, instituto responsável pela aplicação do exame, esses foram os estudantes que cumpriram todas as competências exigidas pela prova. Por isso, é importante conhecer os critérios de avaliação usados pelos corretores para saber como produzir um texto digno de nota 1000. Conheça abaixo as 5 competências exigidas pela banca:
1. Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa
Esse é o requisito fundamental para tirar uma boa nota. Para atender a essa exigência, você precisa ter consciência da diferença entre a modalidade escrita e a oral, bem como entre registro formal e informal. Não é porque na oralidade falamos “pra” que devemos escrever assim no texto. Evite contrações (pra, pro, numa…) e prefira escrever a palavra toda (para, para o, em uma…), fuja das gírias e de repetições. Além disso, na redação do seu texto, você deve procurar ser claro, objetivo e direto, empregar um vocabulário mais variado e preciso, diferente do que utiliza quando fala, e seguir as regras estabelecidas pela modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. O texto dissertativo-argumentativo escrito exige que alguns requisitos básicos sejam atendidos corretamente:
  • Concordância nominal e verbal;
  • Regência nominal e verbal;
  • Pontuação;
  • Flexão de nomes e verbos;
  • Colocação de pronomes oblíquos (átonos e tônicos);
  • ƒGrafia das palavras (inclusive acentuação gráfica e emprego de letras maiúsculas e minúsculas); e
  • Divisão silábica na mudança de linha (translineação)
DICA: Usar o rascunho é essencial para evitar esses erros. :)

2. Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa

O Enem não quer que o texto do participante tenha caráter apenas expositivo, porque isso não é fazer uma dissertação-argumentativa. É preciso apresentar um texto que expõe um aspecto relacionado ao tema, defendendo uma posição, uma tese. Evite ficar preso às ideias desenvolvidas nos textos motivadores, porque foram apresentados apenas para despertar uma reflexão sobre o tema e não para limitar sua criatividade. É nessa competência que o Enem espera ver o seu conhecimento de mundo. Utilizar informações de várias fontes (livros, filmes, exposições) demonstra que você está atualizado em relação ao que acontece no mundo. Mas, atenção! Mantenha-se dentro dos limites do tema proposto, tomando cuidado para não se afastar do seu foco. Fuga do tema é um dos principais problemas identificados nas redações que levam nota zero.
3. Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista
O terceiro aspecto a ser avaliado no seu texto é a forma como você seleciona, relaciona, organiza e interpreta informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa do ponto de vista defendido como tese. O seu texto precisa apresentar, claramente, uma ideia a ser defendida e os argumentos que justifiquem a posição assumida por você em relação à temática exigida pela proposta de redação. Esta competência trata da inteligibilidade do texto, ou seja, da sua coerência. Coerência tem a ver com o encadeamento das ideias. Cada parágrafo precisa apresentar informações novas, mas coerentes com o que já foi apresentado anteriormente, sem repetições ou saltos temáticos. É um desafio e tanto!
4. Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a argumentação
Nessa competência são avaliadas a estruturação lógica e formal entre as partes da redação. A organização textual exige que as frases e os parágrafos estabeleçam entre si uma relação que garanta a sequenciação coerente do texto e a interdependência entre as ideias (está ligada à competência 3, também). Esse encadeamento pode ser expresso por conjunções, por determinadas palavras, ou pode ser inferido a partir da articulação dessas ideias. Preposições, conjunções, advérbios e locuções adverbiais são responsáveis pela coesão do texto, porque estabelecem uma inter-relação entre orações, frases e parágrafos. É importante frisar: cada parágrafo deve ser composto de um ou mais períodos também articulados e cada ideia nova precisa estabelecer relação com as anteriores.
5. Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos
O quinto e último aspecto a ser avaliado no seu texto é a apresentação de uma proposta de intervenção para o problema abordado. Por isso, a sua redação, além de apresentar uma tese sobre o tema, apoiada em argumentos consistentes, deve oferecer uma proposta de intervenção na vida social, ou seja, uma “solução” para o problema. Essa proposta deve considerar os pontos abordados na argumentação e deve se relacionar diretamente com a tese desenvolvida no texto e ter coerência com os argumentos utilizados, já que expressa a sua visão, como autor, das possíveis soluções para a questão discutida. A proposta de intervenção precisa ser detalhada para permitir que o leitor julgue a sua “exequibilidade” (a capacidade de ser posta em prática). Por isso, é bom detalhar quais meios são importantes para realizá-la. A proposta deve, ainda, refletir os conhecimentos de mundo de quem a redige, e a coerência da argumentação será um dos aspectos decisivos no processo de avaliação. É necessário que ela respeite os direitos humanos: que não rompa com valores como cidadania, liberdade, solidariedade e diversidade cultural.
As informações desse texto foram retiradas do Guia do Participante do Enem, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC). Vale a pena dar uma conferida para ler todas as dicas e os exemplos de avaliação feitos pelos corretores oficiais do exame. 😉

TEXTO DE ALUNO: Artigo de opinião sobre a legalização da maconha.

GÊNERO TEXTUAL: artigo de opinião.
TEMA: A legalização da maconha.


RATOS, QUEIJOS. MACONHA, PESSOAS.

      A legalização da maconha vem sendo muito discutida na política brasileira por reivindicações populares. Afinal, benéfico ou maléfico?
     Vamos analisar os principais argumentos dos pró legalização da maconha: "legalizando a droga diminuirá a violência do tráfico". Todos sabemos que o tráfico não se baseia apenas na venda ilegal de maconha, ela é apenas a ponta do iceberg, o sistema é bem mais complexo que isso, legalizando-a serviria apenas para que os traficantes botassem uma peça de reposição e qual seria o estopim da vez?  Talvez uma droga mais pesada, como o crack, e o que viria a seguir? A legalização do crack? E, sim, é válida aquela velha frase: "a maconha é a porta de entrada para outras drogas".
      Outro argumento é: "A maconha não vicia!". Está mais que comprovado que 40% dos usuários da droga acabam se tornando dependentes, e daí os problemas só pioram, passa-se, a seguir, pelo período da esquizofrenia aguda. A pessoa começa a se sentir perseguida a todo momento, cria-se uma barreira no convívio familiar e social com o agravamento pela discriminação do maconheiro (usuário de maconha) na sociedade; obtém-se perda de memória, perda de ânimo (não consegue cumprir mais com os compromissos). O sistema nervoso do indivíduo fica uma bagunça e a vida nem um pouco diferente.
     E o melhor argumento de todos: "É uma substância medicinal!". O tipo de depoimento usado para iludir pessoas mal informadas, porque pastas de substâncias encontradas na maconha já são utilizadas por médicos para o tratamento de doenças crônicas, e o melhor: dentro da lei!
     É evidente que pessoas que utilizam a "planta medicinal" desejam a legalização, pois se tornaria de mais fácil acesso e não precisariam recorrer as violentas bocas de fumo que, desde 2007, com a pacificação do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, o extermínio desses pontos de vendas de drogas se tornou símbolo de paz. Inclusive, na época das grandes conquistas britânicas, os ingleses utilizaram as drogas como objeto de enfraquecimento do inimigo, na época, a China, para torná-lo mais vulnerável e de fácil dominação.
    Portanto, em qual parte do mundo retirar os roteiros dos queijos, acabaria com os ratos? Para mim, a situação apenas se agravaria.
(A. Ferrari Gatti, 3º E.M. M03, E.E.E.F.M. "Geraldo Vargas Nogueira".)

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Textos de alunos: artigo de opinião sobre a legalização da maconha

Textos de alunos


GÊNERO: Artigo de Opinião
TEMA PROPOSTO: Legalização da maconha


LIBERDADE AUTODESTRUTIVA


       Certamente, a legalização da maconha seria uma catástrofe não só para o usuário, como para toda a população. O uso, como todos sabem, gera vício e desiquilíbrios mentais na pessoa, podendo levar a doenças psíquicas ou alterações de humos.
       Pesquisas comprovam que o consumo dessa droga ilícita por adolescentes retarda seu desenvolvimento cerebral, pois afeta diretamente os neurônios (células do sistema nervoso responsáveis pela condução dos impulsos nervosos em nosso corpo) contribuindo para efeitos colaterais permanentes como a perca da memória, ataques de pânico e euforia, além de reduzir as defesas do organismo. Penso que, com o uso da maconha, os jovens começariam a usar mais e mais, nunca se satisfazendo até evoluir para outras drogas sempre buscando efeitos maiores e duradouros.
       Motivará o aumento da violência, pois o viciado não se dedicaria aos estudos e ao trabalho, e ainda, trocaria seu sustento, seja alimentar ou material, pelo consumo incessante da droga. Sem recursos financeiros, apelaria para roubos, assaltos ou até chantagens e ameaças para conseguir o dinheiro necessário para sustentar o vícios. Ressalto também, a mortalidade afetando o consumidor e o vendedor da droga, como ocorre constantemente em favelas do Rio de Janeiro.
       Por que trocar uma vida saudável por alguns momentos do "prazer" de um "baseado"? Alguns ainda acham que o livre arbítrio é o maior bem da humanidade. Apenas esquecem que podem e devem usá-lo com sabedoria.
(B.A. de Oliveira, 3°EM M01, E.E.E.F.M. "Geraldo Vargas Nogueira".)

Textos de alunos

Textos de alunos

GÊNERO: Artigo de opinião
TEMA PROPOSTO: Legalização da maconha


LEGALIZAÇÃO DA MACONHA = DIMINUIÇÃO DO TRÁFICO?

      Maconha, uma palavra que gera constrangimento para alguns, medo para outros, e existem aqueles que vêem como solução. Mas todos sabem que é uma droga ilícita, então como ela se tornaria uma solução sendo proibida? Daí, temos nossa discussão: a legalização da maconha.
         Muitos países já aderiram a essa legalização em seus territórios, e o Brasil hoje passa pela fase de legalizar ou não. Mas surtiria bons efeitos para o país?
         Bem, a maconha é uma droga que pode levar o usuário a ter perda de memória, abaixar a imunidade e, nos homens, pode diminuir a produção de hormônios, ou seja, pode ser sim prejudicial à saúde, e outra, depois de um tempo, o usuário não se contenta só com ela e começa a usar outras drogas, o que aumentaria ao tráfico, que é aliás, um fator muito relevante.
            Com a legalização, diminuiria o tráfico? Da maconha, talvez sim, mas de outras drogas, não. As pessoas iam continuar procurando e os traficantes iam continuar vendendo. E porque do "talvez sim"? Simples, como em outros países, iria haver políticas para o uso legal em lugares e quantidades apropriados, mas isso seria respeitado? Falando de quantidade, não! A quantidade por dia uma hora vai acabar e quem vai poder lhe fornecer mais? Os traficantes. Ou seja, sem diminuição no tráfico.
          Ainda existem muitas dúvidas a respeito desse assunto, dúvidas essas, que devem ser pesquisadas e estudadas com muita cautela para aderir a legalização. Não vai ser de uma hora para outra que tudo vai mudar e vai ser uma maravilha, muito menos em um país subdesenvolvido como o Brasil.
(V.G. Fuzari, aluna do 3°EM01, E.E.E.F. e M. "Geraldo Vargas Nogueira".)

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Textos de alunos

Gênero: Artigo de Opinião
Tema proposto: A Legalização da Maconha no Brasil



        Prazer, alegria, significado para a vida é o que as pessoas, usuárias drogas, como a maconha, buscam para si. Uma satisfação momentânea que pode acarretar vários problemas sérios, tanto para o usuário, quanto para a sociedade em que ele vive.
        Estamos cercados de pessoas que, por alguma razão apoiam a legalização dessa droga, com argumentos que podem ter ou não, sua relevância. Muitos acreditam que se o composto se tornar legal, diminuirá o tráfico, a violência nas favelas; há também fatores que se relacionam a erva ser medicinal e que ajuda no tratamento de alguns transtornos como o a epilepsia.
       Bem sabemos que para o objetivo de tratar doenças essa droga já é liberada. O que falta para as pessoas que apoiam esse processo é saber que a maconha causa séria dependência, pode despertar o gene da esquizofrenia, é responsável por alucinações, arritmia cardíaca, e propensão ao desenvolvimento do câncer de pulmão, entre outros efeitos.
      Ser contra não significa ter uma mente fechada, eu não tenho. Significa temer pelo seu país e ter conhecimento dos prejuízos sem volta que ela pode causar. Na minha concepção, os que apoiam esse movimento são usuários e pessoas que não sofreram algum efeito danoso direta ou indiretamente, não os julgo. Portanto, os órgãos responsáveis por esse processo devem analisar todos os prejuízos que a maconha traz para a vida humana e para a sociedade, e perceber que legalizar é um erro, o vício pode acabar com a vida das pessoas.
(I.B. Alves, 3° EM M03, Escola E.E.F. e M. Geraldo Vargas Nogueira.)

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Dez imagens que mostram o quanto a vírgula é importante

Para aqueles que pensam que a colocação adequada da vírgula não faz diferença, seguem dez imagens que provam o tamanho da "fria" que você pode entrar se não souber usá-la adequadamente.
Se ainda tivesse um acento diferencial na última palavra...

Que grosseria!

É, pode ser uma solução.

Então ele estava no lugar certo.

Tráfico de pessoas: Artigo 231 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40.

Mais um enquadro.

Blasfêmia: Mateus 12:32.

O que eu fiz, Deus?

No começo dói, mas depois vai que vai.


OK, volta amanhã.